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Senar apresenta iniciativas para organização social

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Brasília (03/05/2021)– O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) participou do primeiro Seminário “Povos Indígenas: Etnodesenvolvimento e Sustentabilidade”, na sexta (30). 

O evento foi promovido pela Secretaria de Governo da Presidência da República, Ministério da Justiça e Segurança Pública e Fundação Nacional do Índio (Funai) com o objetivo de promover o diálogo sobre perspectivas e instrumentos com foco no desenvolvimento e na sustentabilidade socioambiental entre os povos indígenas.

A coordenadora de Educação a Distância do Senar, Ana Ângela Sousa, apresentou a estrutura da instituição e mostrou as iniciativas voltadas para a capacitação e organização social, como os programas Negócio Certo Rural, Mulheres em Campo e Empreendedor Rural.

As comunidades ribeirinhas e indígenas também são beneficiadas pelas ações gratuitas do Senar para a organização social, geração de renda e melhoria da qualidade de vida. 

“Nas iniciativas de formação profissional e promoção social, a instituição também promove capacitações para povos indígenas. Nos dois últimos anos, 2.344 pessoas matriculadas nessas capacitações se autodeclararam indígenas”, explicou. 

A coordenadora também apresentou os cursos de educação a distância, as ações de formação técnica e assistência Técnica e Gerencial, além do aplicativo “Estante Virtual Coleção Senar” que dá acesso às cartilhas virtuais utilizadas nos treinamentos do Senar. 

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Para conhecer os cursos do Senar disponíveis nos estados, entre em contato com o Sindicato de Produtores Rurais de seu município ou com a Administração Regional do Senar de seu estado: https://www.cnabrasil.org.br/senar

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Fonte: CNA Brasil

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Vacinação contra peste suína clássica em Alagoas começa no dia 17

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Brasília (06/05/2021) – O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) inicia no próximo dia 17 a vacinação contra a Peste Suína Clássica em Alagoas, estado que ainda não é livre da doença e que servirá como um projeto piloto.

A ação faz parte do Plano Estratégico Brasil Livre de Peste Suína Clássica, apoiado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que pretende erradicar e trazer ao Brasil o status sanitário de país livre da doença.

Segundo a coordenadora de Produção Animal da CNA, Lilian Figueiredo, além de ser uma zona não livre da doença, Alagoas foi escolhido por possuir um rebanho pequeno.

“A ideia é vacinar em Alagoas agora e fazer um manual de vacinação para os demais estados com todas as ações que precisam ser feitas tanto pelo setor público quanto privado”, disse.

A Peste Suína Clássica não infecta seres humanos, mas é uma doença altamente contagiosa causada por um vírus que só ataca suínos. É fatal na maioria das vezes e causa grandes perdas para os produtores rurais.

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“No Brasil existem duas áreas: uma livre e uma não livre e existe um perigo de reinfecção na área não livre, que são as áreas mais exportadoras do País. Um trânsito ilegal, por exemplo, poderia levar um animal infectado de uma zona à outra. Por isso estamos fazendo esse piloto para tentar erradicar a doença no País,” ressaltou Lilian.

Os principais sintomas nos animais são febre alta, lesões avermelhadas na pele, conjuntivite, falta de apetite, fraqueza, diarreia, aborto e filhotes que nascem mortos. Os produtores que perceberem esses sintomas devem procurar a Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária de Alagoas (Adeal) e fazer a notificação, que é obrigatória.

“Os produtores precisam ficar atentos ao calendário de vacinação por região em Alagoas, porque os agentes da Agência de Defesa Sanitária estão indo às propriedades rurais vacinar os animais”, destacou Lilian Figueiredo.

O uso da vacina contra Peste Suína Clássica na Zona não Livre da doença foi autorizado pela Instrução Normativa n.º 10/2020 do Mapa. Atualmente, toda a região Nordeste e parte da região Norte do Brasil são consideradas zonas não livre.

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Saiba mais sobre a doença, assista: 

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Fonte: CNA Brasil

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