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Feira Segura beneficia produtores rurais facilitando a venda de produção em Rio Branco

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Não é novidade que a pandemia do coronavírus prejudicou a economia de variadas formas, especialmente a dos pequenos negócios. No campo não foi diferente. As restrições, no primeiro momento, prejudicaram a comercialização dos produtos que eram vendidos nas feiras livres por pequenos produtores rurais, dificultando a obtenção de renda e agravando a crise econômica suportada pelas famílias rurais nesse momento difícil do país e do mundo.           

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Feira Segura foi criada pela CNA para beneficiar produtores em meio à crise do coronavírus. Foto: ASCOM/SENAR-AC

Pensando nesta situação, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR – AC) realizou nesta sexta-feira (30) a primeira edição do projeto Feira Segura no estado do Acre, em parceria com a Prefeitura de Rio Branco, através da Secretaria Municipal de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Econômico (SAFRA).           

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Primeira edição da feira foi realizada no bairro Manoel Julião. Foto: ASCOM/SENAR – AC

O projeto Feira Segura é uma ação nacional, criada pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) pensando em viabilizar a continuidade de feiras livres com segurança na pandemia. Ano passado, foram realizadas 132 edições em 88 municípios de 10 estados, atendendo mais de 4 mil feirantes, 56 mil consumidores e R$ 692 mil em movimentação econômica.                

Em Rio Branco, a ação foi realizada no Mercado Beatriz Lúcio Braña (bairro Manoel Julião), e teve como principal objetivo trazer uma feira livre com segurança para produtores e compradores, permitindo que pudesse haver comercialização de produtos evitando o contágio por coronavírus.                 

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Equipe do SENAR – AC e SAFRA se responsabilizaram pela higienização dos compradores. Foto: ASCOM/SENAR – AC

Durante a realização da feira, membros do SENAR – AC e da SAFRA organizaram o espaço de modo que houvesse a higienização dos participantes na entrada e saída, organizaram os estandes para garantir o distanciamento social, montaram as embalagens dos produtos com a segurança necessária, e outras ações que cumprem com as regras do projeto criado pela Administração Nacional.                        

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Produtora rural Liliana Guimarães da Costa, do Polo Geraldo Fleming. Foto: ASCOM/SENAR – AC

Nesta primeira edição, foram mobilizados 15 produtores rurais do Polo Geraldo Fleming, em Rio Branco, que receberam treinamento próprio para o evento e material cedido pelo SENAR para higienização dos produtos. Entre as participantes do evento estava Liliana Guimarães da Costa, que além de produtora rural, também é concludente do Curso Técnico em Agronegócio do SENAR: “Estou muito feliz por estarmos tendo esta oportunidade de vender, e mais ainda, de poder contar com o apoio de instituições que pensam em nós, produtores rurais, e que sabem da dificuldade do nosso dia a dia”.                  

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Francisca Emiliana dos Santos prestigiou a Feira Segura. Foto: ASCOM/SENAR – AC

Uma das primeiras compradoras foi Francisca Emiliana dos Santos, que soube da Feira Segura através de uma amiga e prestigiou o evento, mesmo morando em outro bairro: “Vim conhecer e gostei muito de saber sobre como ela foi realizada, e principalmente pela organização e respeito às normas de saúde pública”.                   

Também prestigiaram o evento autoridades do SENAR e da Prefeitura de Rio Branco:

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“Estamos muito felizes em trazer mais uma ação de alcance nacional para o nosso Estado. Esperamos que esta seja a primeira de muitas, e que o nosso objetivo seja alcançado: melhorar a qualidade de vida dos nossos produtores rurais.” – Mauro Marcello Gomes de Oliveira, superintendente do SENAR – AC

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“Esse é o início de uma ótima parceria com a Prefeitura de Rio Branco. Esperamos que muitas outras feiras possam vir para beneficiar todos – dos produtores aos consumidores.” – Assuero Veronez, presidente da FAEAC

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“É importante valorizar as boas parcerias, principalmente quando elas se alinham em ação e objetivo. Esperamos o sucesso desta feira e de todas as outras que poderão vir, com espaços maiores e quem sabe até em outros municípios.” – Eracides Caetano de Souza, titular da SAFRA

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“Os produtores rurais valorizam demais as feiras livres, pois muitas das vendas de suas produções são realizadas neste momento. Então, em nome de toda a comunidade do Polo Geraldo Fleming, quero agradecer pela oportunidade e pela atenção que nos foi dada. Muito enfrentaram crises difíceis, mas o caminho parece estar melhorando agora.” – Jonisete Lima Mendes, presidente da Associação de produtores do Polo Geraldo Fleming

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“Queremos que os produtores rurais tenham aumento em suas rendas, que consigam sempre colocar comida nas próprias mesas. Queremos fazer com que as riquezas da nossa terra se multipliquem. Só vamos gerar mais empregos se tivermos produção.” – Tião Bocalom, Prefeito de Rio Branco

Fonte: CNA Brasil

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Vacinação contra peste suína clássica em Alagoas começa no dia 17

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Brasília (06/05/2021) – O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) inicia no próximo dia 17 a vacinação contra a Peste Suína Clássica em Alagoas, estado que ainda não é livre da doença e que servirá como um projeto piloto.

A ação faz parte do Plano Estratégico Brasil Livre de Peste Suína Clássica, apoiado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que pretende erradicar e trazer ao Brasil o status sanitário de país livre da doença.

Segundo a coordenadora de Produção Animal da CNA, Lilian Figueiredo, além de ser uma zona não livre da doença, Alagoas foi escolhido por possuir um rebanho pequeno.

“A ideia é vacinar em Alagoas agora e fazer um manual de vacinação para os demais estados com todas as ações que precisam ser feitas tanto pelo setor público quanto privado”, disse.

A Peste Suína Clássica não infecta seres humanos, mas é uma doença altamente contagiosa causada por um vírus que só ataca suínos. É fatal na maioria das vezes e causa grandes perdas para os produtores rurais.

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“No Brasil existem duas áreas: uma livre e uma não livre e existe um perigo de reinfecção na área não livre, que são as áreas mais exportadoras do País. Um trânsito ilegal, por exemplo, poderia levar um animal infectado de uma zona à outra. Por isso estamos fazendo esse piloto para tentar erradicar a doença no País,” ressaltou Lilian.

Os principais sintomas nos animais são febre alta, lesões avermelhadas na pele, conjuntivite, falta de apetite, fraqueza, diarreia, aborto e filhotes que nascem mortos. Os produtores que perceberem esses sintomas devem procurar a Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária de Alagoas (Adeal) e fazer a notificação, que é obrigatória.

“Os produtores precisam ficar atentos ao calendário de vacinação por região em Alagoas, porque os agentes da Agência de Defesa Sanitária estão indo às propriedades rurais vacinar os animais”, destacou Lilian Figueiredo.

O uso da vacina contra Peste Suína Clássica na Zona não Livre da doença foi autorizado pela Instrução Normativa n.º 10/2020 do Mapa. Atualmente, toda a região Nordeste e parte da região Norte do Brasil são consideradas zonas não livre.

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Saiba mais sobre a doença, assista: 

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Telefone: (61) 2109-1419
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Fonte: CNA Brasil

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