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Equoterapia retoma atendimentos presenciais em Campo Verde

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Depois de uma pausa devido à pandemia de Covid-19, os atendimentos presenciais da equoterapia em Campo Verde puderam ser retomados nesta quarta-feira (28/04), o que foi motivo de comemoração entre as famílias que se beneficiam do projeto.

Santana de Jesus Galvão é mãe da pequena Brenda, de 11 anos, que reiniciou a terapia nesta quarta (28.04). Ela tem a síndrome de Pitt-Hopkins, uma doença extremamente rara e que causa alterações físicas, cognitivas e comportamentais.  Segundo o portal Síndrome de Pitt-Hopkins Brasil existem hoje menos de 40 casos diagnosticados em todo o país.

“A Brenda faz todo tipo de terapia desde que nasceu. Conseguimos o diagnóstico quando ela tinha 10 anos, e neste tempo fomos tratando tudo que ela apresentava, como autismo, epilepsia, atraso de desenvolvimento. Ficamos extremamente surpresos de como a equoterapia fez bem para ela e fez diferença no dia a dia dela”, conta a mãe de Brenda.

A menina foi das primeiras praticantes em Campo Verde, iniciando em maio de 2019. A fisioterapeuta Cauane Lopatiuk, que acompanha todos os atendimentos, conta que, no início, Brenda sequer conseguia manter-se sentada sozinha sobre o cavalo. “Ela não tinha controle de tronco, então eu fazia montaria dupla com ela, para conseguir segurá-la. Hoje, ela chega em pé e fica montada sozinha, com controle”, ressalta Cauane.

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A mãe de Brenda ainda acrescenta que, depois da equoterapia, a menina desenvolveu coordenação para levar os alimentos sozinha à boca, passou a conseguir ficar sentada sozinha, desenvolveu equilíbrio, teve melhora na postura e alinhamento de quadril.

“Estamos muito felizes com a volta dos atendimentos. Fez muita falta nos últimos meses, ela estava com as perninhas atrofiando, o quadril fechado porque passa maior parte do tempo sentada. A equoterapia ajuda muito. Até a fala eu vejo que ela fica mais animada em tentar”, compartilha Santana.

Equoterapia, o que é?

A Equoterapia é um método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar, nas áreas da saúde, educação e equitação, visando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas com deficiências e/ou necessidades especiais (ANDE-Brasil).

As técnicas utilizadas agem para superar danos sensoriais, motores, cognitivos e comportamentais através de uma atividade lúdico desportiva, oferecendo todas as condições julgadas importantes ao tratamento dos praticantes.

Instituto Cavalgar

A Equoterapia é uma iniciativa do Instituto Cavalgar, criado e gerido pelo Sindicato Rural de Campo Verde e que atende gratuitamente crianças que possuem necessidades especiais, em decorrência de distúrbios físicos, mentais ou emocionais.

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O projeto tem apoio do Senar-MT e de doações de pessoas e empresas. Quem quiser conhecer melhor e contribuir pode adotar um praticante, por meio da doação dos recursos. Saiba mais pelo telefone (66) 3419-2111.

Fonte: CNA Brasil

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Rural

Vacinação contra peste suína clássica em Alagoas começa no dia 17

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Brasília (06/05/2021) – O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) inicia no próximo dia 17 a vacinação contra a Peste Suína Clássica em Alagoas, estado que ainda não é livre da doença e que servirá como um projeto piloto.

A ação faz parte do Plano Estratégico Brasil Livre de Peste Suína Clássica, apoiado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que pretende erradicar e trazer ao Brasil o status sanitário de país livre da doença.

Segundo a coordenadora de Produção Animal da CNA, Lilian Figueiredo, além de ser uma zona não livre da doença, Alagoas foi escolhido por possuir um rebanho pequeno.

“A ideia é vacinar em Alagoas agora e fazer um manual de vacinação para os demais estados com todas as ações que precisam ser feitas tanto pelo setor público quanto privado”, disse.

A Peste Suína Clássica não infecta seres humanos, mas é uma doença altamente contagiosa causada por um vírus que só ataca suínos. É fatal na maioria das vezes e causa grandes perdas para os produtores rurais.

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“No Brasil existem duas áreas: uma livre e uma não livre e existe um perigo de reinfecção na área não livre, que são as áreas mais exportadoras do País. Um trânsito ilegal, por exemplo, poderia levar um animal infectado de uma zona à outra. Por isso estamos fazendo esse piloto para tentar erradicar a doença no País,” ressaltou Lilian.

Os principais sintomas nos animais são febre alta, lesões avermelhadas na pele, conjuntivite, falta de apetite, fraqueza, diarreia, aborto e filhotes que nascem mortos. Os produtores que perceberem esses sintomas devem procurar a Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária de Alagoas (Adeal) e fazer a notificação, que é obrigatória.

“Os produtores precisam ficar atentos ao calendário de vacinação por região em Alagoas, porque os agentes da Agência de Defesa Sanitária estão indo às propriedades rurais vacinar os animais”, destacou Lilian Figueiredo.

O uso da vacina contra Peste Suína Clássica na Zona não Livre da doença foi autorizado pela Instrução Normativa n.º 10/2020 do Mapa. Atualmente, toda a região Nordeste e parte da região Norte do Brasil são consideradas zonas não livre.

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Saiba mais sobre a doença, assista: 

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Fonte: CNA Brasil

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