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Ponte Preta perde por 2 a 1 para o Ituano; foco agora é vencer o dérbi

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Com um a menos desde o final do primeiro tempo, a Ponte Preta segurou um empate em 1 a 1 contra o Ituano até os 49 minutos do segundo tempo, quando o juiz marcou um pênalti polêmico e o adversário converteu, marcando 2 a 1.Com o resultado, a Macaca permanece dois pontos atrás da Ferroviária, segunda colocada do grupo, que joga ainda hoje à noite contra o Mirassol.

A Ponte agora volta os olhos para o 199º dérbi, às 21 horas desta quarta-feira, no Majestoso.”Difícil entrar assim, tomar um gol no finalzinho, mas temos um dérbi importante pela frente e vamos trabalhar bem durante a semana para vencer”, diz o meia Renatinho.

O jogo

Surpreendendo a Ponte, o gol do Ituano saiu logo no primeiro minuto de jogo, após rebote de Ygor Vinhas pego por Matheus, que abriu o placar. A Ponte foi pra cima. Aos 7, boa troca de passe de Yuri para Camilo, que passou por três e devolveu para Locatelli cruzar na área, mas a zaga cortou pra escanteio.

Aos dez, saiu o empate. Paulo Sérgio recebeu de Locatelli na entrada da área e rolou com classe para Apodi colocar no fundo das redes adversárias. 1 a 1. Aos dezenove, bom lance de Paulo Sérgio, abrindo para o estrenate Felipe, que cruzou na área para Camilo girar, mas a defesa cortou. No lance seguinte, o próprio Camilo levantou  na área, desta vez pelo outro lado, mas houve novo corte da zaga oponente.

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Aos30, Yuri carregou a bola pela direita e passou para Camilo levamtar na área, mas o goleiro adversário conseguiu pegar a bola no alto. No minuto seguinte, nova entrada em profundidade de Camilo, que achou Paulo Sérgio na área, mas ele acabou desarmado. Aos 34, lance de perigo, com um chute colocado para bela defesa espalmada com uma mão por Ygor Vinhas.

Aos 36, pressão na área do adversário, com direito a Yuro dando passe por baixo das pernas do adversário para Apodi. Após muito bate e rebate, a bola acabou saindo pela linha de fundo. Aos 38, em falta de Yuri em Branquinho, o árbitro deu cartão amarelo para o pontepretano. Porém, alertado pelo VAR, reviu o lance e acabou expulsando Yuri. Com a expilsão, Moreno foi obrigado a tirar Paulo Sérgio e reforçar a defesa com Rayan.

Aos 46, Niltinho tentou a jogada individual pela direita, mas acabou travado na lateral do campo e caiu, pedindo falta, que o juiz não anotou.  No lance seguinte, boa defesa de Ygor Vinhas em chute do adversário. Aos 49, o juiz apitou o fim do primeiro tempo.

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No segundo tempo, o Ituano saiu pressionando e logo no primeiro minuto Ygor Vinhas fez boa defesa. Aos 13, Apodi recebeu em velocidade e carregou até o final do campo, disputando com a defesa. A bola acabou saindo pela linha de fundo. Na sequência, Niltinho recebeu falta perto da área e ele mesmo cobrou, com a zaga adversária cortando.

Tenando aproveitar a superioridade numérica, o Ituano pressionava e a Ponte fazia boa marcação. Aos 20, boa defesa de Ygor Vinhas, em bola venenosa do adversário. Aos 24, Pedrinho, que tinha acabado de entrar no jogo, foi parado com falta no campo ofensivo.  Aos 25, bela bola alçada pela Macaca na área, mas o goleiro adversário subiu e pegou no alto. Aos 28, boa chegada com o lateral Felipe, que carregou até o fundo do campo, cruzou na área e ganhou escanteio.

Aos 30, falta em Niltinho perto da área. O atacante cobrou, jogando na área e ganhou escanteio. Na cobrança, novo escanteio ara Macaca, após o goleiro defender jogando para fora. Aos 48, Renatinho cobrou falta, mas ela fez a curva e, ao fim, a Ponte ganhou lateral. Aos 49, o juiz marcou chamou o VAR e, num lance polêmico, deu pênalti para o Ituano. O adversário cobrou e o juiz encerrou o jogo.

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Palmeiras fica à frente do placar três vezes e bate Santos por 3 a 2 pelo Paulista

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Para avançar às fases decisivas, o Alviverde precisa vencer o seu último compromisso, contra a Ponte Preta, fora de casa, e torcer por um tropesso do Novorizontino contra o Corinthians (pelo menos um empate).

Com o resultado, nesta quinta-feira (06), o Alviverde chegou ao quinto jogo de invencibilidade contra o Santos. Na temporada 2020, Palmeiras e Santos se enfrentaram quatro vezes, e o Verdão não perdeu nenhuma delas: empate por 0 a 0, no Pacaembu (Paulista), vitória por 2 a 1, no Morumbi, e empate por 2 a 2, na Vila Belmiro (Brasileiro) e vitória por 1 a 0, no Maracanã (Libertadores).

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De quebra, o Maior Campeão do Brasil anotou o seu 150º gol contra o Santos em jogos disputados no Palestra Italia-Allianz Parque. Ao todo, desde a primeira partida no local, em 1921 (vitória alviverde por 6 a 1), foram 81 jogos já com o desta noite, 43 vitórias, 23 empates, 15 derrotas. O Alviverde entrou em campo com 149 gols marcados, portanto, o primeiro do jogo, de Viña, foi o 150. Depois, o Alviverde ainda chegou ao 151 e 152 com Willian e Lucas Esteves, respectivamente, na vitória por 3 a 2.

O Palmeiras manteve seu ótimo retrospecto contra o Santos jogando em casa, levando em conta apenas partidas pelo Paulistão: neste cenário, a equipe verde e branca sofreu apenas uma derrota para o Santos desde 1976. Neste período, foram 16 jogos, nove vitórias, seis empates, uma derrota, 24 gols marcados e 12 gols sofridos – o único revés ocorreu em 2009.

Contra o Santos, o Maior Campeão do Brasil completou uma maratona de oito jogos em apenas 16 dias: Universitario-PER (21/04), Guarani (23/04), Mirassol (25/04), Independiente del Valle-EQU (27/04), Inter de Limeira (29/04), Santo André (02/05), Defensa y Justicia-ARG (04/05) e Santos (06/05). Gustavo Scarpa é o atleta com mais jogos em 2021 (27 no total), enquanto Matías Viña é quem por mais minutos esteve em campo (2.002) – estes dados incluem as partidas da temporada 2020 realizadas entre janeiro e março deste ano.

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Vale destacar que, em toda a história, o Santos é o time que o Palmeiras mais venceu e mais fez gols: 144 triunfos e 572 bolas na rede. Além disso, o rival alvinegro também é a segunda equipe que o Verdão mais enfrentou: 341 jogos, ficando atrás apenas do Corinthians, com 378.

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