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Com a vida em risco e o bolso vazio comerciantes afetados pelo lockdown criam movimento em Alpinópolis

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No final da tarde dessa terça – feira (06/04) o presidente da Câmara de Alpinópolis, Alex Cavalcante (PSDB) se reuniu através de tecnologia remota com a assessoria do gabinete da deputada federal e vice – líder do governo federal, Greyce Elias (AVANTE), com alguns assessores e com representantes do comércio local que criaram um movimento na internet em busca de respostas para a falta de diálogo do poder público com os geradores de emprego e renda local.  De acordo com alguns representantes faltou um planejamento e análise precoce das ações. Nesse sentido e com a saúde em perigo e bolso vazio o comércio pediu socorro.

” O primeiro contato que recebemos foi através de uma mensagem de aplicativo. O dono de salão de beleza queria que alguém do poder público pudesse ouvir a voz da categoria. Fizemos isso, sentamos e ouvimos. Depois procuramos alternativas para tentar ajudar o comércio. ” disse Alex Cavalcante.

Em síntese foram apresentadas algumas ideias para criar mecanismos que possam atender os empresários não somente do setor de beleza, como também de academias, lojas entre outros, que aos olhos do governo não são essenciais.  Durante a reunião ainda foi publicitado pela assessoria da deputada Greyce Elias que alguns municípios estão conseguindo flexibilizar e criar leis e decretos que conseguem amenizar o impacto desastroso causado na economia. Na última reunião ordinária da câmara o presidente da casa encaminhou ao executivo indicação para criação do auxílio emergencial municipal, que já realidade em cidades da região e também a proposta para implantação do Fundo Garantidor que poderia ajudar financeiramente os Microempreendedores.

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O assessor, Cláudio Fernandes, disse que São Sebastião do Paraíso tem realizado um bom trabalho e que Alpinópolis pode seguir o modelo. Também foi feito um levantamento pelo corpo jurídico do gabinete que se colocou a disposição dos comerciantes.

Alex ainda disse a luta deve ser firme, porém ponderada e sem afetos partidários, todavia não da mais para ficar só na conversa.

Foto _ Elisângela Freire/ Representantes do comércio buscam poder legislativo para resolver fechamento

“Não é o momento de confrontar para saber quem é que vai resolver o problema, a questão é resolver o problema. Agora temos que ter maturidade e união, sem diálogo e com restrições de informações o desastre pode ser grande no futuro e suas consequências irreversíveis. O comércio pede socorro e chegou a hora do poder público estender as mãos ao invés de lava-las. Hoje tivemos um avanço e o prefeito atendeu o nosso pedido e amanhã irá conversar com a classe trabalhadora. Tem que sair da inércia.” Declarou o presidente.
A esteticista, Agda Godoy se manifestou no sentido de defender a cadeia produtiva e transparência do executivo. “Minha empresa pode atender, mas estou aqui para reivindicar o direito de todos. O governo deveria autorizar que cada município criasse as suas próprias regras. Também é necessário que a nossa voz seja ouvida e nossas propostas debatidas. Precisamos de uma ação imediata. Somente hoje fiquei sabendo que existe um comitê de enfrentamento , mas não sabemos quem são as pessoas que o compõe. Poderiam também dar transparência nesse sentido. Queremos paz , conversa e resposta. ” concluiu.
O movimento PRÓ-COMÉRCIO foi iniciativa de alguns comerciantes entre eles do cabeleireiro, Tales, da artesã, Néia Lima, da empresária e educadora física, Elisa Marques, entre outros. Foi criado também um grupo de WhatsApp de comerciantes , que estão se organizando para futuras cobranças. Ainda participaram da conversa assessores da Câmara e os vereadores André Leonel e Denílson Lima, Maysa Marques e Joice Santos.

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RECEITA FEDERAL DOA 2,3 TONELADAS DE ROUPAS “PIRATEADAS” AO IFSULDEMINAS PARA FABRICAÇÃO DE MÁSCARAS CONTRA A COVID-19

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A entrega será hoje, 19/04, no Campus Muzambinho. As máscaras produzidas serão destinadas a doações.
Mais de 2,3 toneladas de roupas contrafeitas (“pirateadas”) apreendidas em operações da Receita Federal serão utilizadas na prevenção contra a COVID-19. Parte das peças serão transformadas em máscaras protetoras, que beneficiarão a população carente do sul de MG. A estimativa é de que milhares de máscaras serão produzidas e, posteriormente, doadas às Secretarias Municipais de Saúde, Secretarias Municipais de Ação Social, Habitação e Trabalho e, em especial, à população carente sul mineira A descaracterização das peças e fabricação das máscaras ficarão por conta do IFSULDEMINAS, em mais uma parceria com a Receita Federal.

A entrega das 2,3 toneladas será feita pela Receita Federal ao IFSULDEMINAS hoje, 19 de abril, em Muzambinho, no Campus do IFSULDEMINAS, às 11h da manhã. Estarão presentes o Delegado da Receita Federal do Brasil em Varginha, auditor-fiscal Michel Lopes Teodoro e o Reitor do IFSULDEMINAS Prof. Marcelo Bregagnoli.

Além das quase 3800 peças, nesta quinta-feira, 15 de abril, outra doação foi feita pela Receita Federal ao IFSULDEMINAS: 160 mil litros de bebidas destiladas que serão transformadas em álcool gel 70%. Essas bebidas foram apreendidas em uma fábrica clandestina de cachaça em Montes Claros, em uma operação de fiscalização da Receita Federal e PMMG.

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Da origem criminosa para o destino solidário

As peças de vestuário foram apreendidas em operações de fiscalização da Receita Federal no sul de MG, que combatem o descaminho, ou seja, a importação de mercadorias sem o pagamento do imposto. O objetivo dessas operações é evitar a circulação, em território nacional, de produtos potencialmente nocivos à saúde e ao meio ambiente. Por se tratar de imitações de marcas conhecidas nacionalmente, os vestuários precisam ser destruídos. Uma das formas de destruição prevista na legislação é a descaracterização.

“Após ficarem prontas, as máscaras serão doadas a diversas entidades beneficentes, hospitais e associações mineiras. Essa é uma forma de respondermos à sociedade de forma solidária e também extremamente útil à prevenção da COVID-19, já que sabemos que o uso de máscaras é essencial durante a pandemia”, explica o Delegado da Receita Federal do Brasil no Sul de Minas, auditor-fiscal Michel Lopes Teodoro.

Ainda de acordo com o auditor-fiscal, a destinação sustentável é prática crescente em Minas Gerais. “Além de abarcar os três pilares da sustentabilidade – econômico, ambiental e social -, essa destinação é também solidária, e busca, sempre que possível, ajudar a parcela da população que mais precisa da presença estatal. É mais uma forma de cumprirmos nosso propósito, sempre voltado para o bem comum e para o desenvolvimento coletivo”.

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Para o reitor do IFSULDEMINAS, professor Marcelo Bregagnoli, a parceria tem se mostrado muito positiva e quem ganha é o contribuinte. “Temos uma parceria muito efetiva com a Receita Federal, fortalecendo o valor público entre as instituições. Ações como essa nos enchem de orgulho por sabermos que vamos além do ensino, pesquisa e extensão, ampliando nossas ações sociais junto a sociedade”.

Processo de Transformação

De acordo com o IFSULDEMINAS, a descaracterização acontece com a retirada de etiquetas, marcas e logomarcas em evidência, e o material será reutilizado na confecção de máscaras de proteção contra a COVID-19. Além do vestuário, outros itens estão sendo destinados ao IFSULDEMINAS, como: cintos, sapatos e bonés. Esses artigos serão doados à população de baixa renda ou em situação de vulnerabilidade.

Parceria pelo bem

Desde o início da pandemia, Receita Federal e IFSULDEMINAS trabalham juntos em ações sustentáveis e solidárias. Até o momento, a Receita Federal já entregou ao IFSULDEMINAS 90 mil litros de bebidas alcoólicas e mais de 2500 frascos de perfumes para a transformação em álcool em gel. Além disso, destinou 57 toneladas de tabaco para a transformação de adubo orgânico. Todo o material produzido foi doado a hospitais, entidades beneficentes e associações comunitárias de todo estado.

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