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Presidente do TJMG participa de solenidade de posse no TRE-MG

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A corte eleitoral mineira se reuniu para a cerimônia de posse do juiz Henrique Oswaldo (Crédito: Riva Moreira/TJMG)

O presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, desembargador José Arthur de Carvalho Pereira Filho, participou nesta terça-feira (24/1) da cerimônia de posse do juiz Henrique Oswaldo Pinto Marinho no cargo de juiz membro substituto, classe Juiz de Direito, no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG), para o biênio 2023/2025. A solenidade de posse foi conduzida pelo presidente em exercício da Corte Eleitoral de Minas Gerais, desembargador Octavio Augusto De Nigris Boccalini.

O presidente Jose Arthur Filho afirmou que o magistrado fará um grande trabalho. “Desejo sucesso ao magistrado Henrique Oswaldo, profissional competente e que fará um grande trabalho à frente da Corte Eleitoral do Estado”, disse.

Ao empossar o novo magistrado, o presidente em exercício do TRE-MG, desembargador Octavio Augusto De Nigris Boccalini, agradeceu a presença de todos no evento e desejou sucesso no trabalho do juiz Henrique Oswaldo Pinto Marinho. “Trata-se de um magistrado com grande experiência como juiz eleitoral”, afirmou o presidente em exercício do TRE-MG.

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O juiz Henrique Oswaldo destacou a importância do Tribunal Regional Eleitoral no contexto democrático brasileiro (Crédito: Riva Moreira/TJMG)

Em seu discurso de posse, o novo magistrado do TRE-MG agradeceu pela eleição para o biênio 2023/2025 e defendeu o processo eleitoral brasileiro que, segundo ele, é um modelo a ser seguido por outros países.

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“É grande a minha expectativa em atuar na Corte Eleitoral de Minas Gerais, peça importante da nossa democracia, composta por magistrados com profundos conhecimentos e grande experiência em processos eleitorais. Nos meus 25 anos de magistratura, atuei por 11 anos como juiz eleitoral, mas ainda tenho muito que aprender com meus novos colegas de magistratura”, frisou o magistrado.

Natural de Belo Horizonte, Henrique Oswaldo Pinto Marinho é bacharel em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Foi servidor do Tribunal de Justiça de 1989 a 1997, quando ingressou para a magistratura. Passou pelas Comarcas de Espera Feliz e Conselheiro Lafaiete, até chegar à Comarca de Belo Horizonte por antiguidade. De 2016 a 2020 também atuou como juiz auxiliar da Corregedoria Geral de Justiça de Minas Gerais.

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Ao lado dos familiares do juiz Henrique Oswaldo, o presidente José Arthur Filho falou sobre a parceria entre as duas instituições (Crédito: Riva Moreira/TJMG)

Presenças

Compareceram à cerimônia os desembargadores do TJMG, Maurício Pinto Ferreira, Carlos Roberto de Faria e André Leite Praça; o desembargador aposentado e ex-corregedor geral de justiça de Minas Gerais, desembargador Saldanha da Fonseca; o presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região, desembargador Ricardo Antônio Mohalleme; a presidente em exercício da Associação dos Magistrados Mineiros (Amagis), juíza Rosimere das Graças do Couto; o promotor eleitoral José Renato Rodrigues Coelho;  o defensor público Marcos Lourenço Capanema; além de magistrados da Corte Eleitoral, parentes e amigos do magistrado empossado.

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Fonte: TJMG

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28 de janeiro: Dia Internacional da Proteção de Dados

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Vinte o oito de janeiro é o Dia Internacional da Proteção de Dados. A data reforça a importância da proteção dos direitos fundamentais da liberdade e privacidade dos cidadãos diante ao contínuo crescimento da sociedade em rede. No Brasil, a vigência da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), deu visibilidade à relevância do tema e tem impulsionado a garantia de diversos outros direitos.

No Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), importantes iniciativas foram empreendidas no aprimoramento e disseminação da cultura de privacidade e proteção dos dados pessoais.

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Dia Internacional da Proteção de Dados é celebrado neste sábado (28/1) ( Crédito : Divulgação/TJMG )

Em setembro de 2020, a Corte mineira, se antecipando à Resolução nº 363, publicada em 12 de janeiro de 2021 pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que determinava a adequação dos tribunais de justiça à LGPD, publicou a Portaria 4.962/PR/2020, que instituiu o Comitê de Proteção de Dados Pessoais como o órgão responsável pela avaliação dos mecanismos de tratamento e proteção de dados pessoais no âmbito do tribunal. 

O presidente do TJMG, desembargador José Arthur de Carvalho Pereira Filho, à época superintendente administrativo adjunto, foi um dos precursores na implementação do plano de adequação à Lei de Proteção de Dados Pessoais no Tribunal, sendo o primeiro encarregado do comitê e atuando ativamente no início do projeto de adequação. 

“O Dia Internacional da Proteção de Dados deve ser enaltecido como um marco nesta questão, pois incentiva parcerias e debates sobre o tema. A lei visa garantir aos cidadãos um maior controle sobre as informações pessoais, determinando regramento específico para o tratamento desses dados, inclusive pelo Poder Público”, disse o  presidente José Arthur Filho.

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Presidente José Arthur de Carvalho Pereira Filho foi um dos precursores na implementação do plano de adequação à Lei de Proteção de Dados Pessoais no TJMG (Crédito: Riva Moreira/TJMG)

Atualmente, o Comitê de Proteção de Dados Pessoais, formado por magistrados e servidores, é presidido pelo superintendente administrativo adjunto do TJMG, desembargador Geraldo Augusto de Almeida. Na atual gestão (2022/2024), o grupo aprovou a Política Interna de Privacidade e Proteção de Dados Pessoais e também o Aviso de Privacidade e Proteção de Dados Pessoais. 

O primeiro documento descreve as boas práticas, os deveres e as responsabilidades que deverão nortear o tratamento dos dados pessoais por todos os colaboradores do TJMG no exercício de suas funções. Já o Aviso — também chamado de Política Externa — estabelece a transparência do tratamento dos dados pessoais custodiados pelo Tribunal, bem como o compromisso com a segurança das informações dos usuários do Portal Institucional.

“A Lei de Proteção de Dados trouxe uma nova visão sobre a Lei de Acesso à Informação, que é muito genérica. Então, é um novo olhar não para que se iniba ou restrinja a informação, mas para que fique regulamentado principalmente em defesa de cada cidadão”, disse o desembargador Geraldo Augusto de Almeida.

Segundo ele, além de cuidar dos dados dos cidadãos, o TJMG também precisa proteger dados de processos, como os financeiros e bancários.

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Comitê de Proteção de Dados Pessoais é presidido pelo superintendente administrativo adjunto do TJMG, desembargador Geraldo Augusto de Almeida (Crédito: Cecília Pederzoli/TJMG)

Para o gestor do Centro de Governança de Dados e Segurança da Informação Pessoal do TJMG, Giovanni Galvão Vilaça Gregório, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais é o instrumento que protege direitos previstos na Constituição, como liberdade, privacidade e intimidade. 

“Os dados pessoais são informações que permitem a identificação de uma pessoa. Então, se isso é tratado de maneira incorreta, automaticamente estou ferindo o direito de personalidade daquela pessoa. Por isso a lei é um instrumento que vem proteger esses direitos”, afirmou. 

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No TJMG, os estudos para adaptação à LGPD foram iniciados em 2019. Desde então, foram feitas ações de capacitação de servidores, mapeamento de áreas de risco para a proteção de dados sensíveis dos cidadãos, assim como campanhas de conscientização. 

“Tivemos ainda eventos presenciais e mantemos um programete na Rádio TJ Minas, que se chama Minuto Proteção de Dados. Então, as pessoas podem ter acesso às pílulas que trazem essa importância da proteção de dados”, disse. Ele enfatizou que a intenção é alertar para como, cada vez mais, dados pessoais têm de ser tratados com mais cuidado e segurança, principalmente no exercício da atividade pública.

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(Crédito: Imagem ilustrativa)

Já o secretário de Governança e Gestão Estratégica da Corte mineira, Guilherme Augusto Mendes do Valle, ressaltou a importância do apoio da Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes (Ejef), que atua na realização de cursos para capacitação ao programa de Proteção de Dados. 

“Foram muitos avanços do TJMG. E estamos com outras tratativas para termos mais cursos para os servidores em geral. É preciso conscientizar as pessoas e é necessário que os colaboradores saibam os cuidados que têm de tomar para evitar esse tipo de situação”, afirmou.

Para mais informações sobre a LGPD no TJMG, acesse este link.

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Fonte: TJMG

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